Neuvos Sapatillos

O monocromatismo resolveu arrebatar o cybermá nova era. Não sei se estou provocando o carnaval ou disfarçando minha dança. Mas é um dado consciente que o layout provoca; desperta a predisposição ao tédio ou a assepsia estética? Essa é uma pergunta que lanço junto aos dados desse novo jogo, desta vez mais aberto e putinha. É essa proibição silenciosa à policromia que a restitui com mais força, é dessa ditadura do bem-estar que arrancamos mais nítido o transcendente. Por isso recomeço minhas postagens num tributo aos pares de oposto que nessa desavença - as vezes violenta - legitimiza a existência do outro. Se você não estivesse aí lendo, o que eu seria? Provavelmente uma postagem nula vagando num espaço inexistente. Porque eu só adquiro a qualidade de vivo - ou seja, existo - durante o processo que me inclui como objeto de observação e crítica. Em pares, opostos? Ou não.


1 comentários:

Rodolfo Muriell disse...

NUlo não foi, eu li! rsrs

Vou acompanhar o blog, pode ter certeza!
Abrazzzzz

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